Mostrando postagens com marcador musica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador musica. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Raio de Sol

Tanto, eu peço tanto
Pro teu sorriso poder me encontrar
Que seja, claro, no dia raro
Sol teu olhar

O sol, o sol pra mim
Veio do teu sorriso
E em qualquer canção,
De alegria ou de tristeza, do coração

Luz, não vejo nada se não te vi
Vivi um tempo longe de você
Mas, a visão hoje eu não posso perder
Viva acesa bem no meu olhar

Se quero tanto hoje, já nem sei
Pois já não vejo luzes tão distantes
O meu sorriso já não é como antes
Hoje ele brilha com a luz do sol

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A musa e o Poeta

A chuva bate a porta
Há palavras certas em linhas tortas
A musa do poeta, quase morta
E ele não é feliz

Se vai, esvai
Eu vejo que os casos do acaso se casam em mim

Tudo é tão estranho
Alegria do poeta é sem tamanho
Como se fosse certo não ter planos
Pra ser feliz

Enfim, no fim
Eu traço meu traço e passo o passo a seguir

Chove à tarde
O dia acabou e o amor não apagou
Chore é tarde
A vida passou e o sol não acordou

O poeta vive o dia
Numa noite escura, suspeita e fria
Sonhando com as manhãs que Ella sorri
E ele é feliz

Volta-se atrás
Ella volta até o dia em que o seu sol voltar a nascer

Chore à tarde
O dia acabou e o sol não apagou
Chove é tarde
A vida passou e o amor não acordou

sábado, 15 de agosto de 2009

Teu Olhar

Sempre quando eu resolvo lhe dizer
A verdade que eu sinto por você
Você vem dizer, mesmo sem querer
Que só ele terá o poder de lhe fazer

Feliz, no infinito e mais alem
Se não medis o que sinto, veja bem
Só quero poder lhe confessar
Que o desejo dos meus olhos é teu olhar

E os raios de sol em seus cabelos a raiar
Não fazem grande sentido pro meu cantar
Que só quer lhe dizer do que eu sou capaz
Dar o que falta, o que não tinha e o demais

Feliz, no infinito e mais alem
Se não medis o que sinto, veja bem
Só quero poder lhe confessar
Que o desejo dos meus olhos é teu olhar

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Simples

A gente vive o quanto tem

O que não morre vida não tem

A gente anda o quanto dá


A gente não é o que se tem

O que se faz que faça bem

Deixe o resto que Deus dá


Eu quero morar em nossa nova casa

Eu quero ganhar sorrisos e amor em brasa


A gente enche o quanto dá

E o que não der deixa pra lá

Há gente no mundo a precisar


E o mundo, eu sei tão bem

Precisa da gente pra cuidar

E de palavras pra cantar


Se você notar, o simples é tão mais bonito

Se você amar em verdade, eu acredito


E eu vou viver assim até onde eu possa alcançar

Se você ficar aqui, incerteza, riqueza não terá

Mas, posso te garantir que a mansidão não vai faltar

De hoje e até o fim, até a luz se apagar

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

E quando eu não devia, eu falei...
Ela está tão assustada com todo esse mundo a sua volta, eu ainda exponho toda essa bagunça.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Que seja Lua

Não quero mais
Cantar canções sobre meu antigo amor
Que hoje prova
Ter sido pai de toda minha dor

Agindo errado, mantendo-me fechado
As que me queriam bem, mesmo sem nome eu sei quem
Com o nome de minha filha intitulo minha alegria
No raiar do dia, em minha cama, Izabella dormia

Já não me lembro do tempo
Dos meus sonhos guiados no vento
E erguia um palácio no nível do impossível
Com palavras bonitas tentava conquistar Maria
Que exala beleza nas ruas de Santa Tereza
Amanhã sem estrelas, contará todas suas perdas
Izabella, sorrindo, a ele faz um pedido

Peço-te que seja Lua

Olhar cansado. Lágrimas secas de José
Nas mãos, calos. Em seu coração, fé
Dimensão do ido, cigarros na boca de Quito
Que come amassado, o pão dos pés do Diabo

Naquela noite quente, Izabella teve o presente
E ele dizia palavras ditas a Maria
Não como um erro ou ato de desespero
José sorria e ao pedido ele atendia

Se queres, serei tua Lua

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Duda

E foi quando, mesmo sem querer, sorrimos
Eu lembro que nunca valeu, apenas
Te descobri quando você percebeu
Que o mundo era belo e tudo era seu

E foi quando, mesmo sem me olhar, você viu
Que não deixava tão exposto. Pra ti
O sol, a terra e o firmamento
Tudo que há dentro e fora do teu pensamento

E foi quando, mesmo sem crer, vi um anjo
Meu corpo estremeceu, meu verbo se perdeu em ti
Seu destino pertence a Deus
E meu sorriso, que seja seu

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Forte

É quando, de reprente, ela sente que me ama.
Mas, aquele sentimento convicto que a chama
Não possui energia pra manter a chama acesa...
e logo passa.

domingo, 28 de junho de 2009

Quando eu era bem pequenininho... Eu vim lá do interior né... Bem do meu interior... Quando eu era bem pequenininho, matutuzinho assim, eu queria ser astronauta!
Queria ficar bem pertinho das estrelas e das coisa do céu e das coisa do espaço., quem nem aquele primeiro homem lá... Não me alembro do nome dele, mas foi ele que foi até lá...
Um dia Deus há de me levar até lá em cima... eu ei de ter fé.
Vou conhecer os espaço entre tudo e estar do lado das estrelas mais lindas.

Eu creio nisso.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Motefobia

Eu... Eu...
Eu não havia notado o quanto aquilo era importante pra mim, né...
Pra ser sincero, eu sempre soube, mas não admitia aquilo pra mim, né...
Mas, foi assim ô... As cores daquelas asas eram tão lindas que eu tinha muito medo de que me cativasse à atenção. É difícil de diferenciar algumas espécies no começo e eu não queria arriscar a vida de nenhum familiar.
E quando a gente tem medo de bicho novo, a gente mata...
Só que aquilo nunca tinha me feito mal, né...

sábado, 20 de junho de 2009

Nós

E o primeiro capítulo começa assim, como todo o primeiro capítulo de um escritor medíocre e inexperiente, narrando os últimos fatos.
Eu estava bem acima do nível do mar, já tinha avistado todas as estrelas, já tinha sentindo falta de ar e corrido pelas montanhas, mas ainda me sentia incompleto. Como se toda a beleza do mundo estivesse feia, como se o mundo estivesse diferente e minha alegria, triste.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Vazio

Volta e meia é sempre assim que costumo sempre não sentir nada.
Além de muito tristeza

sábado, 30 de maio de 2009

Vem do nada florir nossas almas
Como um afago
Um toque no lago
Suas ondas reverberam nossas margens
Nos levando longe do misoneísmo
Penso num repente
E trago esse cordel pra ti...

J. Jimenes

terça-feira, 19 de maio de 2009

Não Estou Lá

Eu não sou o que posso parecer

Imagens que não refletem a psique

Ou, talvez, seja realmente

“uma impressão no coração de quem me vê”


Estava ali o poeta?

Não sou um poeta não.

Poesia é feita todo o dia

por um homem que morre por pão

Eu não estou ali.

Talvez eu seja uma malabarista,

Naturalista, capitalista

Fora da lei, profeta, um rei

Uma farsa


Queria, pelo menos, conhecer um pouco mais de nós

Quando me refiro a mim mesmo